COMO Conquistar PARCERIA NO INSTAGRAM?

24 Feb 2019 01:53
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<h1>Garimpo Em Arquivo Fotogr&aacute;fico Revela Hist&oacute;ria De Campinas</h1>

<p>Com este tesouro em m&atilde;os, o rep&oacute;rter se debru&ccedil;ou a respeito do instrumento para garimpar acontecimentos e dados que marcaram a nossa hist&oacute;ria. Selecionou milhares de imagens e iniciou um m&eacute;todo de digitaliza&ccedil;&atilde;o dos negativos utilizando um esc&acirc;ner. “N&atilde;o tratei as imagens j&aacute; que elas est&atilde;o boas. Naquela &eacute;poca, os fot&oacute;grafos pensavam muito bem a ilumina&ccedil;&atilde;o, o enquadramento e todos os estilos da fotografia. N&atilde;o havia imagem digital, logo as imagens eram bem pensadas. Sucesso Nas Redes sociais convir a imagem pra ser impressa e se encaixar ao procedimento gr&aacute;fico de hoje”, explica.</p>

<p>Os negativos est&atilde;o em incr&iacute;vel estado de conserva&ccedil;&atilde;o pelo motivo de foram acondicionados em envolpes de seda e guardados em arm&aacute;rios de madeira, distante da umidade. Em duas semanas, Ferreira digitalizou em torno de 2 1 mil fotografias. “Primeiro observo os negativos numa mesa de ilumina&ccedil;&atilde;o com uma lupa, escolho os rolos e s&oacute; pois digitalizo.</p>

<p>Se o negativo est&aacute; com os detalhes completas sobre a pauta, dependendo do foco, digitalizo 100% do trabalho”, conta. S&atilde;o imagens que evidenciam uma cidade desconhecida por enorme parcela da popula&ccedil;&atilde;o. No entanto, para que pessoas passou dos cinquenta ou sessenta anos, as fotografias s&atilde;o carregadas de saudosismo. “Vi outras imagens divulgadas nas redes sociais e agora bateu uma saudade da Campinas de antigamente. 13 Sugest&otilde;es Para Aumentar O N&uacute;mero De Seguidores No Instagram viveu pela cidade pela d&eacute;cada de 1970, vai se emocionar”, comenta o aposentado Carlos Luis Souza. O negativo foi usado nas reda&ccedil;&otilde;es do 16 Tend&ecirc;ncias De Marketing Digital Pra 2018 e Di&aacute;rio do P&uacute;blico at&eacute; o come&ccedil;o dos anos 2000. “Em 2001 a equipe come&ccedil;ou a trabalhar com imagem digital e 100% das c&acirc;meras tinham essa tecnologia.</p>

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<li>Precila Mac&aacute;rio comentou: 31/01/doze &aacute;s 00:Quarenta e cinco</li>

<li>3 Urbaniza&ccedil;&atilde;o Mundial 3.1 Pa&iacute;ses pobres</li>

<li>Deutsche Welle</li>

<li>Para Clientes</li>

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<p>Lembro que foi uma del&iacute;cia. Antes, eu carregava uma m&eacute;dia de 10 rolos de v&iacute;deo pela bolsa para fazer uma pauta. Ai voltava para a reda&ccedil;&atilde;o e tinha o procedimento de revela&ccedil;&atilde;o dos negativos. Com a transforma&ccedil;&atilde;o, a gente via na hora se o servi&ccedil;o deu correto. O digital revolucionou o ato de fotografar e popularizou a fotografia. Hoje toda gente poder&aacute; fotografar”, analisa o fot&oacute;grafo.</p>

<p>Amante desta arte, Ferreira conta que est&aacute; se realizando com essa busca. “Est&aacute; sendo uma del&iacute;cia fazer esse trabalho, me envolvi al&eacute;m da conta no projeto. Toda vez que eu ia ao arquivo e mexia nos negativos, tinha essa desejo. Havia uma certa burocracia ou exagero de zelo com os negativos. Sem demora o acesso &eacute; livre, comecei a pesquisar por conte&uacute;do e digitalizar e irei prosseguir a pesquisa”, diz. Transportar &agrave; tona o passado e anunciar um tanto da hist&oacute;ria de Campinas e do teu p&uacute;blico. Chamada Ba&uacute; da RAC, a nova editoria entra no ar pela pr&oacute;xima semana e &eacute; dividida em categorias como Cidades, Protagonistas, Obras e Esportes.</p>

<p>Enquanto isto, o leitor podes observar no web site uma vasto galeria de imagens com todas as imagens divulgadas pelo rep&oacute;rter fotogr&aacute;fico Leandro Ferreira. Este arquivo ser&aacute; alimentado todos os dias e ter&aacute; um espa&ccedil;o de destaque na capa do website. “&Eacute; preciso oferecer destaque &agrave; hist&oacute;ria da cidade. Temos um rico objeto fotogr&aacute;fico que deve ser apresentado e &eacute; um prazer imenso participar deste projeto”, diz Ferreira. O fot&oacute;grafo conta que o teu trabalho de resgate da hist&oacute;ria fotogr&aacute;fica de Campinas est&aacute; s&oacute; iniciando. Foi analisada uma pequena por&ccedil;&atilde;o dos arquivos da d&eacute;cada de 70, contudo ainda tem novas duas d&eacute;cadas de negativos para pesquisar.</p>

<p>“ Irei prosseguir garimpando essas preciosidades para falar sobre este tema de lado a lado dos canais da RAC com todo o p&uacute;blico que viveu nesta data como tamb&eacute;m com os mais novos que n&atilde;o conheceram essa Campinas do passado”, diz. Ferreira conta que, e tamb&eacute;m poder olhar imagens antigas da cidade onde mora, a descoberta dos negativos mostra a diferen&ccedil;a e a expans&atilde;o do fotojornalismo. “&Eacute; legal entender o observar e a linguagem dos fot&oacute;grafos da &eacute;poca e acabo pensando que, daqui v&aacute;rias d&eacute;cadas, outros fotojornalistas poder&atilde;o olhar pra minhas imagens de arquivo com essa mesma vis&atilde;o que tenho hoje”, diz Ferreira.</p>

<p>O fotojornalista conta que divis&atilde;o da divers&atilde;o nesse garimpo &eacute; visualizar as hist&oacute;rias retratadas e a forma com que o fot&oacute;grafo contava a not&iacute;cia. “A gente v&ecirc; que v&aacute;rias pautas continuam as mesmas e que o jeito de fotografar continua o mesmo em alguns aspectos, apesar da expans&atilde;o da tecnologia”, completa. Como o utens&iacute;lio &eacute; muito antigo, faltam infos completas sobre o assunto os nomes de algumas pessoas retratadas, o ano e o autor das imagens. “Alguns dados s&atilde;o inesquec&iacute;veis, todavia algumas pessoas retratadas n&atilde;o conseguimos identificar. &quot;A Prioridade &eacute; Prosseguir Ganhando No Brasil&quot;, Diz Diretora Da P&amp;G incr&iacute;vel se algu&eacute;m se visse ou reconhecesse um comparsa nessas imagens e contasse a hist&oacute;ria do retrato”, diz.</p>

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<p>Se desenvolverem neg&oacute;cios complementares, as margens geradas por tais neg&oacute;cios ser&atilde;o incorporadas &agrave;s margens totais com limites controlados pelos agentes reguladores (no Brasil, a Aneel - Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica). Mas a rede de energia &eacute; um &aacute;gil de elevad&iacute;ssima capilaridade que, definitivamente, ter&aacute; que ser considerada como um meio pra novos desenvolvimentos de neg&oacute;cios, e os aspectos regulat&oacute;rios precisar&atilde;o se moldar a essa realidade. Todos os direitos reservados. N&atilde;o &eacute; permitida a publica&ccedil;&atilde;o parcial ou total.</p>

<p>Ent&atilde;o o Projeto NAVE s&oacute; ter&aacute; sucesso se a metodologia adotada tiver uma base s&oacute;lida. Esperamos que a escola n&atilde;o seja seletiva pesquisando somente os melhores alunos, aqueles que se notabilizam, em raz&atilde;o de &eacute; muito f&aacute;cil aconselhar a quem entende compreender. Necessitamos ter em mente que &eacute; muito descomplicado montar os melhores, o dificultoso &eacute; fazer do “pior” o melhor. &Eacute; plantar a semente naqueles que possuem problemas e descuidos, pra que eles possam gostar e ultrapassar as barreiras do assimilar, tornando-os novos difusores de discernimento contribuindo pra Constru&ccedil;&atilde;o de uma Sociedade ainda mais justa.</p>

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